280m² de galpão próprio. Processo 100% interno — do rolo de tecido até o saco plástico individual de cada peça.
A Dominy Moda Fitness foi fundada em junho de 2026 por Dominy D. Henrique dos Santos, em Panelas, município do Agreste de Pernambuco com forte tradição em confecção têxtil. O investimento inicial de R$ 100.000,00 foi direcionado integralmente para maquinário industrial, estoque de tecidos e estrutura do galpão.
A empresa opera como Microempresa (ME) com CNPJ ativo — CNAE principal 14.12-6-01 (Confecção de peças de vestuário) e secundária 46.42-7-01 (Comércio atacadista de artigos do vestuário). Toda saída tem NF-e. Toda peça é revisada.
Cada máquina tem função específica na linha de produção de malharia esportiva. Nenhuma máquina doméstica — tudo industrial.
Cose e encapsula a costura ao mesmo tempo. Com 5 fios, a costura rebate completamente — sem fio aparente no avesso da peça. Acompanha o estiramento do suplex sem arrebentar.
4 máquinasAplica elástico no cós, faz barras e costura recortes decorativos. O ponto corrente tem aparência limpa e estica junto com o tecido sem comprometer a costura.
2 máquinasUsada em regiões que não exigem elasticidade — bolsos, aplicação de zíper, passadores. Ponto mais resistente que overloque em pontos de esforço concentrado.
3 máquinasMede e aplica elástico com tensão precisa e uniforme no cós duplo. Elimina a variação manual — todas as peças do lote ficam com a mesma tensão no elástico.
1 máquinaAbre caseados para passagem de cordão em shorts e bermudas masculinas. Acabamento liso sem rasgo na malha e sem desfiamento nas bordas.
1 máquinaMesa de alumínio polido com faca circular pneumática. Corte de até 40 camadas empilhadas por enfesto com precisão de ±1mm. Reduz desperdício de tecido no encaixe dos moldes.
1 mesaAplica calor e pressão para fixar elásticos e termossoldagens. Usada na fixação interna do bojo e no acabamento do cós de alta compressão.
1 equipamentoBancada com iluminação de teto dedicada. Cada peça é verificada: costura, alinhamento do bojo, comprimento do elástico, ausência de fio solto e defeito visual.
1 setor dedicadoCada pedido percorre exatamente as mesmas etapas — é o que garante que o lote de setembro tem o mesmo acabamento do lote de junho.
Suplex, poliamida e dry fit comprados de fornecedores certificados. Estoque de 3 toneladas de tecido em estoque permanente no galpão.
Moldes numerados por referência e tamanho. O encaixe é revisado em cada rodada de produção para minimizar sobra de tecido.
Tecido empilhado em 30–40 camadas na mesa de 12m. Faca circular pneumática — precisão de corte ±1mm em todas as camadas simultaneamente.
Costureiras montam as peças em sequência: overloque nas laterais → galoneira no cós → reta em bolsos e zíperes → prensa no bojo.
Cada peça passa pela revisora: costura, alinhamento, comprimento do elástico, bojo, fio solto. Peças com defeito voltam para correção — não saem do galpão.
Etiqueta de composição, tamanho e instruções de cuidado (ABNT). Embalagem individual em saco plástico. Caixa de papelão com NF-e externa.
Gramatura, composição e origem do tecido determinam durabilidade, transparência e conforto. Aqui não escondemos a especificação.
A gramatura de 300g/m² é o ponto crítico. Confecções que usam 240g/m² (mais barato) entregam legging que transparece no agachamento. Com 300g/m², a opacidade é total em todos os tamanhos e movimentos.
Malha aberta que conduz suor da pele para a superfície e evapora. 160g/m² é a gramatura certa para leveza sem transparência. Ideal para treinos de alta intensidade e corrida onde o calor é fator limitante.
Versão de toque mais suave que o suplex padrão — a diferença é perceptível no contato direto com a pele. Usada em tops e regatas onde conforto tátil é prioritário. Mantém compressão leve sem pressão excessiva.
Usada exclusivamente como forro interno de câmbio. A diferença de toque entre suplex e microfibra no contato direto com a pele é o que separa uma legging de qualidade de uma genérica. Não aranha, não acumula calor.